Porque é que a maioria das startups não sobrevivem?

O facto de que a maioria das startups não sobrevivem, não é um segredo para ninguém.

O mundo empresarial está cada vez mais competitivo e quando uma startup não se destaca o suficiente, ainda que com uma excelente ideia de negócio, a sua tendência será não ir muito além.

Neste post, são abordados os seguintes tópicos:

  • Estatísticas associadas ao tempo de vida das startups;
  • Causas de mortalidade das startups;
  • Exemplos de startups que se tornaram um sucesso
  • Razão principal do sucesso das startups que sobrevivem
 

Startups não sobrevivem 

O que dizem as estatísticas sobre as startups?

Ao final de 1 ano, cerca de 25% das startups não sobrevivem.

Ao fim de 7 anos, já só 50% das startups continuam em atividade.

Passados 13 anos, 75% das startups já não existem.

 

Mas afinal, quais as causas de a maioria das startups não sobreviverem?

 

  • Planos de negócios tradicionais

Primeiramente, devido ao fascínio que existe por um bom Plano de Negócios, por uma estratégia sólida e através de estudos de mercado. 

A grande tentação é aplicar esta estrutura a startups.

O que não vai ao encontro da realidade destas empresas, que operam em ambientes muito incertos.

Durante o crescimento das startups, são feitos muitos ajustes ao mercado.

Estas empresas nem sempre conseguem identificar imediatamente o seu público-alvo, ou lançar um produto final à medida das necessidades do seu mercado.

Assim como o mundo se encontra em constante mudança e adaptação, também as startups precisam de estar predispostas a fazerem reajustes sucessivos no seu plano de negócios.

Portanto, a gestão e aplicação dos Planos de Negócios tradicionais em startups não funciona da mesma forma que funcionava há uns anos atrás.

Problema mal identificado

Outra das causas pelas quais as startups não sobrevivem, é o facto de os empreendedores e investidores não se focarem na resolução de um problema específico.

Acontece que se focam apenas na solução que pretendem trazer para o mercado.

Mas não avaliam a sua aceitação e de que forma pode ou não ser uma mais-valia.

Assim, estão a gastar tempo e dinheiro sem qualquer garantia de retorno.

 

Falta de recursos

A falta de recursos financeiros é, também, um dos grandes problemas que as startups enfrentam. 

Para que uma startup prospere, é fundamental que os seus investidores contem com um retorno tardio e nunca imediato. 

A resiliência é uma componente significativa para o sucesso das startups, uma vez que é necessária uma grande agilidade e tranquilidade para guiar o negócio na direção certa, rumo ao grande objetivo, a obtenção de lucro.

 

Empreendedores sem conhecimentos de gestão

Profissionais de determinada área com uma ideia inovadora, mas sem quaisquer conhecimentos relativos ao desenvolvimento de negócios.

É, também, uma das causas que faz com que as startups não vão além do que aquilo que já se conhece. 

Nestes casos, o ideal é contratar os serviços de uma consultora de inovação, como a Business Avenue.

 

Exemplos de startups que viraram um sucesso:

PayPal

O PayPal nasceu em 1998, numa altura em que os pagamentos online quase não eram um projeto. 

A estratégia que esta startup adotou para entrar no mercado foi oferecer 10$ a cada novo usuário, e mais 10$ por cada recomendação que esse usuário fizesse.

Assim, no final do primeiro mês, tinham 100 mil clientes, e ao final de 1 ano tinham 5 milhões.

Neste caso, o Marketing de Recomendação foi crucial para o sucesso da aceitação da startup pelo mercado.

Uber

Sempre nos disseram para não apanharmos boleia de estranhos, certo?

No entanto, a Uber usou a boleia de “estranhos” para transmitir segurança e conveniência. 

Com base no problema associado aos táxis tradicionais, como:

– os tempos de espera,

– os preços elevados,

– a fraca qualidade do serviço,

– a dificuldade de encontrar um táxi a certas horas e em determinados sítios.

Em 2009, desenvolveu-se uma plataforma que permitia que em meia dúzia de cliques se solicitasse uma viagem num smartphone.

E que resolvia todos os pontos anteriormente descritos.

Mais tarde, estenderam o serviço à entrega de refeições, o que proporcionou conforto aos clientes e menos gastos aos restaurantes com serviços próprios de delivery.

Airbnb

A Airbnb, por exemplo, resultou da necessidade de três jovens estudantes precisarem de arranjar um método para pagar a renda da sua casa.

E, para tal, alugaram partes da sua casa a turistas.

Deste modo, perceberam que os turistas gostavam de estar em contacto com os locais.

E, a partir daí, desenvolveram o projeto Airbnb (Air, Bed and Breakfast).

Nessa plataforma, deram a possibilidade a pessoas como eles divulgarem as suas casas, ganhando com isso, uma percentagem de cada reserva.

Com o desenvolvimento do negócio, também encontraram investidores-anjo, por exemplo, o ator Ashton Kutcher, que viu no Airbnb uma oportunidade de negócio.

Amazon

A empresa Amazon começou em 1994, e só em 2001 é que a empresa começou a obter lucro. 

Focou-se nas necessidades de distribuição e apostou em levar todo o tipo de produtos a todo o mundo. 

O nome Amazon, não foi o primeiro da empresa.

Jeff Bezos, fundador da empresa demorou alguns anos até estabelecer o nome que melhor se adequava ao seu conceito.

Amazon com uma seta em forma de sorriso, a ligar o A ao Z, indica a felicidade por  distribuir todo o tipo de produtos.

O que todas estas empresas de sucesso têm em comum? 

Encontraram um problema no mercado e desenvolveram uma solução viável. Decidiram cobrir as necessidades existentes.

Se tiver uma ideia no papel e dificuldade em desenvolver um bom Modelo de Negócio, entre em contacto com a Business Avenue.

Na Business Avenue existem serviços focados no lançamento de novos negócios no mercado, para que a sua ideia venha a manipular as estatísticas atuais.

Fonte: The Lean Startup, Eric Ries 

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