Como fazer com que os clientes valorizem o seu produto?

Como fazer com que os clientes valorizem o seu produto?

 

Fazer com que os clientes valorizem o seu produto ou serviço de um negócio é muito importante para o sucesso da mesma. Principalmente, porque existe cada vez mais oferta no mercado.

Para tal, é necessário que os seus clientes reconheçam mais valor ao que a sua empresa tem para oferecer. De forma a preferirem os seus produtos/serviços em vez dos oferecidos pelos seus concorrentes.

É fundamental que compreenda a equação apresentada por Philip Kotler que explica a forma como o cliente percebe o valor de um produto/serviço. 

 

Valor total para o cliente – Custo total para o cliente = Valor entregue ao cliente

 

Para agregar valor é necessário apostar em melhorar a experiência que o cliente terá com o seu serviço, de forma a superar a experiência que o mesmo poderá ter com uma marca concorrente.

Assim, vai conseguir de uma forma muito mais eficiente e eficaz criar valor para o seu público, uma vez que você tem o analgésico que ele necessita para colmatar a sua dor. 

No entanto, para acrescentar valor a um determinado produto/serviço, é necessário saber quem é o público que o valoriza.

  • Foque-se em conhecer muito bem o seu cliente;
  • Identifique as suas dores e motivações;
  • Crie personas que definam muito bem os seus clientes.

Com esta análise, irá chegar ao seu mínimo mercado viável.

 

Comunicar o valor da sua oferta

 

O que é o mínimo mercado viável?

Imagine um universo de pessoas, onde irá escolher apenas as que partilham a mesma cosmovisão. Indivíduos com a mesma cosmovisão partilham as mesmas crenças e comportamentos, têm necessidades e desejos em comum, dividem as mesmas dores.

Seth Godin, em Isto é Marketing, diz que: “Uma cosmovisão é o atalho, a lente que cada um de nós usa quando vemos o mundo.

Deste modo, podemos definir o mínimo mercado viável como um conjunto de indivíduos que partilham a mesma cosmovisão.

São um número reduzido de pessoas que valorizam as mesmas coisas e têm hábitos semelhantes.

O mínimo mercado viável é quem valoriza bastante o seu produto!

 

Porquê?

Quando comunica o valor do seu produto para grandes massas, não pratica uma comunicação direcionada.

Fica muito preocupado em não ferir suscetibilidades. Assim, por querer agradar a todos, acaba a não agradar a ninguém.

É por isso que é necessário começar sempre pelo mínimo mercado viável.

 

Afinal, como fazer como que os clientes valorizem o seu produto?

Passo 1:

Escolha as pessoas que se identificam com o que está a oferecer, que precisam do seu produto, que querem ouvir o que você tem para dizer.

 

Passo 2:

Defina a sua proposta de valor e comunique-a para essas pessoas.

 

Assim, ao focar-se no mínimo mercado víavel, vai comunicar para as pessoas que precisam de si e do que tem para oferecer.

Essas pessoas são as que valorizam o seu produto, querem ouvi-lo e as que irão atrair mais clientes.

O mínimo mercado viável torna-se numa prova social para os consumidores mais ponderados e indecisos.

Ou seja, o mínimo mercado viável acaba por fazer pressão nas massas e os seus clientes começam a aumentar.

 

Gradualmente, esta estratégia traduz-se num crescimento do seu negócio de forma sustentável.

 

A Business Avenue tem à sua disposição especialistas em desenvolvimento de negócios e pode ajudá-lo a escalar o seu negócio, através dos serviços que dispõe.

 

Entre em contacto e comece já a aumentar as suas vendas!

 

 

Fontes: Isto é Marketing de Seth Godin

Como o Marketing Digital pode ajudar a aumentar as vendas

Como o Marketing Digital pode ajudar a aumentar as vendas

O Marketing Digital é uma ferramenta muito eficaz para aumentar as vendas de qualquer negócio nos dias de hoje.

No mês de março de 2021, um estudo da Data Reportal, mostrou que 81,8% % dos utilizadores realiza pesquisas online sobre o produto ou serviço que pretende adquirir antes de tomar a decisão de compra.

Funciona como uma antecipação da sua experiência.

Nesse mês, 78,6 % dos utilizadores realizou compras online

Por este motivo, é fundamental trabalhar o marketing digital para aumentar as suas vendas.

 

O foco na jornada de compra é um requisito obrigatório no Marketing Digital. 

É necessário que trabalhe o objetivo awareness, no topo do Funil de Vendas, de forma a atrair tráfego qualificado para os seus canais de marketing. 

De seguida, é necessário delinear estratégias para afunilar o funil de vendas até poder trabalhar a decisão de compra. A consequência será um aumento das vendas.

Funil de Vendas

 

Sabe o que o seu cliente encontra quando decide pesquisar pelo sua categoria de produtos ou serviços?

Faça essa experiência. Imagine que a sua empresa vende rações para cães e gatos.

Coloque no motor de pesquisa “rações para cães” ou “rações para gatos” e veja em que lugar aparece o seu site, ou mesmo em que página!

Trabalhar numa ótica de Inbound Marketing é fundamental para fazer com que o seu cliente, aquele que percebe o valor do seu produto/serviço, o encontre.

Esse cliente é o que vai comprar e voltar a comprar, por isso, invista em recursos para que ele o encontre.

Isto significa investir no mínimo mercado viável através de estratégias de Inbound Marketing.

 

O que é o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing ou Marketing de Atração, funciona como um íman, para atrair mais leads.

Ou seja, atrair potenciais clientes, para o seu negócio, e convertê-los, através das vendas, com base em estratégias implementadas em canais de marketing digitais.

Saiba como definir uma estratégia de marketing! 

 

Estratégias de Inbound Marketing:

SEO:

Consiste em otimizar as suas páginas web, para que as mesmas sejam encontradas na primeira página, por exemplo da Google, que é o motor de busca mais utilizado, através das palavras-chave certas, bem como identificando as palavras-chave negativas.

Dica: Para encontrar as melhores palavras-chave e medir a sua eficácia, utilize o Google Trends e o Ubersuggest.

 

Marketing de Conteúdo:

Criar conteúdo em blogs, websites, vídeos, podcasts e posts nas redes sociais com assuntos que sejam focados nos interesses da sua persona.

 

Redes Sociais:

Permitem uma maior proximidade com o seu público, o que ajuda bastante a alimentar o relacionamento marca-cliente.

Os públicos presentes em cada rede social variam, o que permite comunicar de forma mais segmentada e direcionada.

A possibilidade de interação com os seguidores é, também, uma mais-valia para as marcas alimentarem a relação com as suas comunidades.

 

Anúncios pagos:

As ferramentas mais utilizadas para a criação de anúncios pagos são o Google Ads, o Facebook Ads e o LinkedIn Ads.

Quando são ativadas as campanhas, automaticamente elas atingem o público-alvo com base nas palavras-chave identificadas.

A monitorização destas campanhas é muito eficaz, uma vez que permitem o controlo do orçamento, uma segmentação rigorosa, observar relatórios de análise, bem como o ganho de leads.

 

Vídeo Marketing:

Esta é uma estratégia muito eficaz, o que se comprova pela imensa adesão que o Youtube tem, sendo a 2ª rede social mais utilizada no mundo, a seguir ao Facebook.

A forma como as redes sociais integraram ferramentas de vídeo, por exemplo, storys e reels, também comprova a sua eficácia.

O Tik Tok, por exemplo,  é apenas vídeo.

 

Marketing de Influência:

Os influenciadores digitais são uma mais-valia na estratégia de marketing digital de uma empresa.

Os influenciadores já têm uma comunidade que os segue diariamente, de forma ativa, que ouve os seus concelhos e que tem em consideração o que os mesmos dizem.

Assim, se um influenciador, ligado à cultura da sua marca, a divulgar. A sua comunidade irá, na sua grande maioria, ficar a conhecer algo que vai ao encontro dos seus interesses.

 

Remarketing:

Impactar os utilizadores que visitaram o seu website potencia a oportunidade de aumentar a taxa de conversão.

Assim, relembra as pessoas que tiveram interesse no seu conteúdo, de que ele ainda está disponível.

 

E-mail Marketing: 

À semelhança do remarketing, o e-mail marketing também proporciona uma grande possibilidade de aumentar a taxa de conversão. Para além de que alimenta uma relação win-win com o cliente.

 

 

Dica:

Estude várias hipóteses durante a fase de Planeamento, para durante a Monitorização, se for necessário, proceder à realização de testes A/B.

Os testes A/B consistem em experimentar várias hipóteses e perceber o que funciona melhor com os seus clientes.

 

Não existem fórmulas mágicas.

Cada caso é um caso.

No entanto, as estratégias de Marketing Digital apresentadas neste post permitem impulsionar o seu negócio no meio digital. Consequentemente, aumentará as vendas.

 

Comece já a desenvolver estratégias de Marketing Digital no seu negócio e assista a um aumento nas vendas!

 

Fonte: DIGITAL 2021 APRIL GLOBAL STATSHOT REPORT 

Porque é que a maioria das startups não sobrevivem?

Porque é que a maioria das startups não sobrevivem?

O facto de que a maioria das startups não sobrevivem, não é um segredo para ninguém.

O mundo empresarial está cada vez mais competitivo e quando uma startup não se destaca o suficiente, ainda que com uma excelente ideia de negócio, a sua tendência será não ir muito além.

Neste post, são abordados os seguintes tópicos:

  • Estatísticas associadas ao tempo de vida das startups;
  • Causas de mortalidade das startups;
  • Exemplos de startups que se tornaram um sucesso
  • Razão principal do sucesso das startups que sobrevivem
 

Startups não sobrevivem 

O que dizem as estatísticas sobre as startups?

Ao final de 1 ano, cerca de 25% das startups não sobrevivem.

Ao fim de 7 anos, já só 50% das startups continuam em atividade.

Passados 13 anos, 75% das startups já não existem.

 

Mas afinal, quais as causas de a maioria das startups não sobreviverem?

 

  • Planos de negócios tradicionais

Primeiramente, devido ao fascínio que existe por um bom Plano de Negócios, por uma estratégia sólida e através de estudos de mercado. 

A grande tentação é aplicar esta estrutura a startups.

O que não vai ao encontro da realidade destas empresas, que operam em ambientes muito incertos.

Durante o crescimento das startups, são feitos muitos ajustes ao mercado.

Estas empresas nem sempre conseguem identificar imediatamente o seu público-alvo, ou lançar um produto final à medida das necessidades do seu mercado.

Assim como o mundo se encontra em constante mudança e adaptação, também as startups precisam de estar predispostas a fazerem reajustes sucessivos no seu plano de negócios.

Portanto, a gestão e aplicação dos Planos de Negócios tradicionais em startups não funciona da mesma forma que funcionava há uns anos atrás.

Problema mal identificado

Outra das causas pelas quais as startups não sobrevivem, é o facto de os empreendedores e investidores não se focarem na resolução de um problema específico.

Acontece que se focam apenas na solução que pretendem trazer para o mercado.

Mas não avaliam a sua aceitação e de que forma pode ou não ser uma mais-valia.

Assim, estão a gastar tempo e dinheiro sem qualquer garantia de retorno.

 

Falta de recursos

A falta de recursos financeiros é, também, um dos grandes problemas que as startups enfrentam. 

Para que uma startup prospere, é fundamental que os seus investidores contem com um retorno tardio e nunca imediato. 

A resiliência é uma componente significativa para o sucesso das startups, uma vez que é necessária uma grande agilidade e tranquilidade para guiar o negócio na direção certa, rumo ao grande objetivo, a obtenção de lucro.

 

Empreendedores sem conhecimentos de gestão

Profissionais de determinada área com uma ideia inovadora, mas sem quaisquer conhecimentos relativos ao desenvolvimento de negócios.

É, também, uma das causas que faz com que as startups não vão além do que aquilo que já se conhece. 

Nestes casos, o ideal é contratar os serviços de uma consultora de inovação, como a Business Avenue.

 

Exemplos de startups que viraram um sucesso:

PayPal

O PayPal nasceu em 1998, numa altura em que os pagamentos online quase não eram um projeto. 

A estratégia que esta startup adotou para entrar no mercado foi oferecer 10$ a cada novo usuário, e mais 10$ por cada recomendação que esse usuário fizesse.

Assim, no final do primeiro mês, tinham 100 mil clientes, e ao final de 1 ano tinham 5 milhões.

Neste caso, o Marketing de Recomendação foi crucial para o sucesso da aceitação da startup pelo mercado.

Uber

Sempre nos disseram para não apanharmos boleia de estranhos, certo?

No entanto, a Uber usou a boleia de “estranhos” para transmitir segurança e conveniência. 

Com base no problema associado aos táxis tradicionais, como:

– os tempos de espera,

– os preços elevados,

– a fraca qualidade do serviço,

– a dificuldade de encontrar um táxi a certas horas e em determinados sítios.

Em 2009, desenvolveu-se uma plataforma que permitia que em meia dúzia de cliques se solicitasse uma viagem num smartphone.

E que resolvia todos os pontos anteriormente descritos.

Mais tarde, estenderam o serviço à entrega de refeições, o que proporcionou conforto aos clientes e menos gastos aos restaurantes com serviços próprios de delivery.

Airbnb

A Airbnb, por exemplo, resultou da necessidade de três jovens estudantes precisarem de arranjar um método para pagar a renda da sua casa.

E, para tal, alugaram partes da sua casa a turistas.

Deste modo, perceberam que os turistas gostavam de estar em contacto com os locais.

E, a partir daí, desenvolveram o projeto Airbnb (Air, Bed and Breakfast).

Nessa plataforma, deram a possibilidade a pessoas como eles divulgarem as suas casas, ganhando com isso, uma percentagem de cada reserva.

Com o desenvolvimento do negócio, também encontraram investidores-anjo, por exemplo, o ator Ashton Kutcher, que viu no Airbnb uma oportunidade de negócio.

Amazon

A empresa Amazon começou em 1994, e só em 2001 é que a empresa começou a obter lucro. 

Focou-se nas necessidades de distribuição e apostou em levar todo o tipo de produtos a todo o mundo. 

O nome Amazon, não foi o primeiro da empresa.

Jeff Bezos, fundador da empresa demorou alguns anos até estabelecer o nome que melhor se adequava ao seu conceito.

Amazon com uma seta em forma de sorriso, a ligar o A ao Z, indica a felicidade por  distribuir todo o tipo de produtos.

O que todas estas empresas de sucesso têm em comum? 

Encontraram um problema no mercado e desenvolveram uma solução viável. Decidiram cobrir as necessidades existentes.

Se tiver uma ideia no papel e dificuldade em desenvolver um bom Modelo de Negócio, entre em contacto com a Business Avenue.

Na Business Avenue existem serviços focados no lançamento de novos negócios no mercado, para que a sua ideia venha a manipular as estatísticas atuais.

Fonte: The Lean Startup, Eric Ries 

Saiba como conhecer a sua concorrência

Saiba como conhecer a sua concorrência

 

Conhece bem o seu mercado e a sua concorrência?

Conhecer a sua concorrência é uma análise muito complexa, porém proporciona uma série de vantagens e benefícios ao seu negócio.

 

Neste post, a Business Avenue apresenta-lhe uma estrutura de análise de mercado e da concorrência.

A ideia é fornecer-lhe as ferramentas necessárias para conhecer o estado atual do setor do seu negócio, quem são os seus consumidores e quem são os seus concorrentes.

 

Conhecer a concorrência Conhecer a concorrência é fundamental para ter vantagem competitiva.

 

  • Análise do setor

A análise do setor permite-lhe compreender a evolução que as empresas com determinado CAE têm tido, tendo em conta o volume de negócios, a mortalidade e a natalidade de empresas, a demografia empresarial, a dimensão do mercado e ainda as tendências que se têm registado e que se prevêem.

 

Volume de negócios do setor

Mortalidade vs Natalidade de empresas

Demografia empresarial

Análise de risco

Idade das empresas

Dimensão do mercado

Tendências do setor

 

  • Análise do consumidor

Jornada do Consumidor: 

Pesquise pelo produto ou serviço, como se fosse um consumidor, de modo a perceber o que é sugerido ao cliente.

Assim, vai descobrir quais são as marcas que aparecem primeiro, quais são os produtos mais sugeridos e porquê, quais são os fatores que desviam a atenção do consumidor noutra direção.

Este método também permite compreender a experiência de compra dos consumidores.

 

Perfil do consumidor: 

Neste ponto, tem de elaborar uma pesquisa minuciosa dos seus consumidores, de forma a compreender as características sociais, demográficas, culturais e psicológicas dos seus consumidores.

Esta pesquisa permite-lhe identificar as motivações, as dores e até as reclamações que os consumidores fazem. 

O perfil do consumidor será muito para quando pensar em definir as suas personas.

 

  • Análise da concorrência

Na Business Avenue, quando se coloca a questão “Quem são os seus concorrentes?”, os clientes têm a tendência de confundir concorrentes com aspirações.

Os clientes respondem muitas vezes que são determinadas empresas mais desenvolvidas.

No entanto, essas empresas são a sua aspiração, são aquilo que eles pretendem ser e não aquelas com quem eles concorrem diretamente.

Alguns clientes também respondem “Não temos concorrentes”, o que é realmente raro de encontrar.

Por norma, os empresários têm concorrentes mas não sabem identificá-los.

Por isso, a Business Avenue dá uma ajuda!

 

Visão geral: 

Comece por agrupar informação relativa à forma como as empresas atuam, a forma como elas se apresentam.

De seguida, enumere os produtos/serviços que que encontrou. E, por fim, analise o modo como é realizado a comunicação e se a mesma é feita. 

Pode dividir a informação em Atuação, Produtos e Comunicação, de forma a sistematizar a sua análise.

Com os resultados desta pesquisa, a fase seguinte será mais simples e intuitiva de estruturar.

 

Benchmarking: 

Faça uma profunda análise dos principais concorrentes, tendo como foco as suas principais características, os canais de comunicação que utilizam, o que os destaca.

De uma forma geral, o que eles estão a fazer de diferente.

 

Moodboard:

Com base nos concorrentes que foram identificados anteriormente, faça um moodboard de forma a conhecer a “cara” da concorrência.

É fundamental conhecer bem o que os seus concorrentes estão a oferecer, a forma como comunicam, e até os preços que estão a praticar.

 

Conclusões da concorrência:

Fazer uma síntese para compreender todas a informações que foram recolhidas e compreender melhor a sua concorrência. Assim, irá facilitar bastante o seu trabalho quando iniciar a formulação estratégica.

 

 

A informação disponibilizada neste post também está disponível em vídeo, clique aqui para assistir à Flash Learning sobre “Conhecer o mercado e a concorrência” no canal de Youtube da Business Avenue.

Se não conseguiu assistir, aproveite para visualizar as Flash Learning Sessions disponíveis onde pode consolidar e adquirir novos conhecimentos.

 

Este modelo de análise de mercado e concorrência é utilizado na Business Avenue e está incluído no serviço de Innovate Consulting.

 

Conhecer corretamente o seu mercado e a sua concorrência, irá permitir-lhe aproximar-se da inovação e ganhar vantagem competitiva.

 

A Business Avenue encontra-se disponível para auxiliar o seu negócio. Entre em contacto!

Oceano Azul vs Vermelho e a Inovação

Oceano Azul vs Vermelho e a Inovação

O post de hoje apresenta-lhe a diferença entre estratégia Oceano Azul e Oceano Vermelho. Também é possível compreender como a Inovação está diretamente interligada com estas estratégias.

Por isso, se se considera empreendedor ou pretende ser, este post é, sem dúvida, para si.

A Business Avenue é movida pela inovação e constante evolução. E tem como missão proporcionar aos seus clientes ferramentas únicas que lhes permitam catalisar mais vendas e crescer para além dos seus sonhos e limites pré-estabelecidos.

Por esse motivo, hoje apresentamos-lhe este tema.

Nos dias de hoje, as organizações atuam em mercados onde a concorrência é muito elevada, o que alimenta competições, por vezes pouco saudáveis. Uma vez que estas empresas acabam por dar muita da sua atenção ao que as outras estão a fazer e como o estão a fazer. 

Ao invés de se focarem no desenvolvimento de estratégias sustentáveis assentes em diferenciação. 

Trata-se da estratégia Oceano Vermelho. 

Utilizar a estratégia Oceano Vermelho é como estar em mar alto, no meio de uma tempestade, com uma série de navios, em que todos estão a querer pescar o mesmo peixe.

Certamente que não é nesse lado do oceano que pretende ter o seu negócio.

Oceano Azul vs Vermelho Estratégia Oceano Azul vs Oceano Vermelho

O que é a estratégia Oceano Azul?

A estratégia Oceano Azul, ainda muito pouco adotada, baseia-se na procura por novos mercados e novas necessidades, de modo a tornar a concorrência irrelevante.

A Business Avenue apresenta-lhe os fatores que caraterizam a estratégia Oceano Azul:

  • Procura por novos territórios, nos quais não existem concorrentes. 
  • Criação de uma nova procura.
  • Quebra do trade-off entre valor e custo.
  • Alinhamento da atividade de uma empresa com base na diferenciação e baixo custo

Gostaria de conhecer exemplos de empresas que atuam no Oceano Azul?

A Business Avenue apresenta-lhe casos de sucesso de marcas que tão bem conhece do seu dia-a-dia:

Uber

A Uber é um caso de uma empresa que entrou no mercado através da estratégia Oceano Azul. 

Os seus fundadores perceberam que as pessoas precisavam de se deslocar de forma rápida, confortável e económica. 

Deste modo, delineou uma estratégia, que foi realmente bem conseguida, e acabou por ser seguida por novas empresas. 

No entanto, mantém a liderança de mercado, uma vez que foi a pioneira.

Apple

A Apple é o exemplo de uma empresa visionária, duradoura, que supera o desempenho médio do mercado e, que ainda assim, consegue manter a a sua estratégia no campo do Oceano Azul. 

É de notar que a Apple tem grandes concorrentes que estão constantemente a seguir os seus passos.

No entanto, como a Apple investe bastante em inovação, é uma empresa que consegue estar sempre um passo à frente e fazer previsões do que vai acontecer em termos tecnológicos num futuro próximo.

Onde entra a inovação?

A inovação é cada vez mais um fator crítico de diferenciação entre empresas que atuam nos mesmos mercados ou em semelhantes.

Quando se analisa o negócio de um cabeleireiro e se pensa “como se pode inovar num cabeleireiro?” 

– Baixar o preço do serviço seria uma solução a curto prazo: iria reduzir as margens. E os outros cabeleireiros poderiam facilmente fazer o mesmo ou ter custos mais baixos que os possibilitassem praticar esses preços. 

Ao longo dos últimos anos, a forma como estes negócios têm vindo a inovar tem sido com:

  • a implementação de novos serviços;
  • a especialização em determinada técnica;
  • a venda de produtos complementares de cosmética.

No entanto, todas estas técnicas são facilmente seguidas pelos concorrentes.

O caminho para a inovação não é nessa direção. 

As inovações podem ser protegidas por patentes, para que não sejam imitadas, porém as patentes têm curtas durações. 

Pense no caso das cápsulas de café, que a Nestlé protegeu durante alguns anos para que os seus concorrentes não pudessem aderir a essa tecnologia e, assim, mantinham-se líderes de mercado nesse segmento. 

Assim que a proteção chegou ao fim, quase todas as marcas concorrentes aderiram a essa tecnologia do café. E, hoje em dia, existe uma panóplia de marcas a venderem cápsulas de café.

Deste modo, a melhor forma de inovar e entrar no Oceano Azul, é pensar em algo que os seus concorrentes ainda não pensaram.

Mas, sobretudo, aceitar que este é um exercício constante e desafiante, pois quando uma inovação é boa, ela será certamente imitada. No entanto, irá sempre existir a marca pioneira.

A Business Avenue tem a capacidade de implementar no seu negócio ou desenvolver a sua ideia com base na estratégia Oceano Azul, ajudando-o a remar na direção certa.

A Business Avenue incorpora metodologias como o Design Thinking, colocando sempre o cliente e a receita no centro do desenvolvimento estratégico e da sua ação. 

Gostaria de saber mais sobre a metodologia Design Thinking? Leia o nosso artigo sobre Porque aplicar a metodologia Design Thinking no seu negócio?

Foi a pensar no seu negócio e nas suas ideias inovadoras que criámos o serviço Innovate Consulting, concebido para desenvolver e implementar modelos de negócio com vista à inserção do seu negócio na economia digital, utilizando ferramentas de marketing sofisticadas de inbound e outbound.

Clique aqui para ler mais sobre Inovação no Modelo de Negócio.

Na Business Avenue acreditamos que grandes negócios são empresas 4.0!

Entre em contacto!

Design Thinking: Porque aplicar no seu negócio?

Design Thinking

 

Design Thinking trata-se de uma abordagem, uma forma criativa de encontrar soluções para quaisquer problemas. 

Esta metodologia combina a criatividade de um designer com o pensamento de um gestor. Permite  criar condições que potenciem o pensamento criativo de um designer na elaboração de ideias e soluções inovadoras para empresas. 

A grande diferença no Design Thinking é que o seu foco é a experiência do consumidor, ou seja, a forma como este se comporta e as suas necessidades e desejos. O desafio desta abordagem é responder de forma criativa às necessidades dos consumidores, proporcionando às empresas inovação na sua oferta.

  • Porque aplicar o Design Thinking ao seu negócio?

Primeiro, é importante compreender os motivos pelos quais a aplicação do Design Thinking é benéfica para o seu negócio.

Utilizar o Design Thinking na sua empresa permite-lhe aumentar a sua vantagem competitiva a longo prazo, devido a proporcionar um olhar mais claro sobre a inovação centrada na experiência dos consumidores.

A Business Avenue apresenta-lhe vantagens associadas à aplicação desta metodologia na sua empresa:

1 – Custo vs Benefício

A implementação da metodologia Design Thinking não tem grandes custos associados.

As adaptações necessárias à cultura organizacional são talvez o maior custo que terá de enfrentar, de forma a direcionar a sua equipa de trabalho para uma nova abordagem que proporciona múltiplos benefícios à sua empresa.

2 – Diferenciação

A utilização de um pensamento criativo na criação de soluções proporciona diferenciação face aos seus concorrentes, Assim, conduz a sua empresa à autoridade de mercado, assim como à potencialização de lucros.

3 – Produtividade

Ao implementar uma metodologia inovadora na sua empresa, os seus colaboradores irão sentir-se valorizados por fazerem parte de algo inovador. O que gera motivação e, por sua vez, aumenta a produtividade da equipa.

4 – Eficiência

Com a utilização do Design Thinking, a sua empresa será muito mais eficiente a encontrar as soluções mais indicadas para melhorar a experiência dos seus consumidores.

  • Como aplicar o Design Thinking?

De seguida, é importante compreender as várias etapas necessárias para aplicar o Design Thinking.

Para começar a aplicar a metodologia Design Thinking é necessário adaptar a cultura organizacional da sua empresa.

Os recursos humanos têm uma certa adversidade à mudança, por isso deve ser um processo contínuo para que os mesmos criem empatia e comecem a colaborar uns com os outros com base na experiência que terão com o novo método de trabalho.

Geralmente o Design Thinking é um processo realizado em grupo e divide-se em etapas.

Design Thinking Etapas Design Thinking

1 – Empatia:

Primeiro deve começar por compreender a situação com que se depara. Abandone os pressupostos e as ideias preconcebidas sobre a temática que vai trabalhar e mergulhe nela de forma a compreender a raiz do problema. A criação de empatia irá ajudá-lo a compreender as necessidades e desejos dos seus clientes.

Dica: Faça uma Análise SWOT

2 – Definição:

Após a realização do diagnóstico da empresa e de uma profunda análise interna e externa, já tem os recursos necessários para definir o ponto de partida e o rumo que irá ter. 

3 – Idealização:

Esta é a fase de gerar soluções, coloque a sua criatividade a funcionar e proponha soluções com base no que analisou na primeira fase e no que decidiu na segunda.

Dica: Organize a sua equipa e faça Brainstormings ou utilize a técnica dos 6 Chapéus do Pensamento.

4 – Protótipo:

Nesta fase deve afunilar as soluções encontradas e começar desenvolver protótipos da sua solução, de modo a perceber viabilidade e se a sua proposta é ou não exequível.

Dica: No caso de produtos pode realizar maquetes e no caso de serviços pode criar representações gráficas.

5 – Testar:

Por fim, realizam-se os testes dos protótipos. Nesta fase, deve proporcionar uma interação com o consumidor para avaliar e perceber o que é funciona, o que não funciona e o que é preciso melhorar.

Um profissional de Design Thinking, assim como competências técnicas e práticas, tem de ter a capacidade de criar empatia com os seus clientes, de trabalhar em equipa, de liderar, de comunicar corretamente os objetivos e metas e sobretudo de dar asas à criatividade.

A Business Avenue incorpora a metodologia Design Thinking nos seus serviços de gestão de projetos. Comece já a incorporar esta abordagem na sua empresa.

Já conhece os serviços da Business Avenue? Entre em contacto para saber mais informações.

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